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4 setores da empresa que influenciam o aumento de vendas
4 setores da empresa que influenciam o aumento de vendas

Por que seu cliente compra seus produtos? Essa pergunta, que em princípio parece tão simples, pode trazer uma perspectiva reveladora sobre os negócios.

Muitas vezes, acreditamos que o sucesso das vendas está diretamente relacionado ao trabalho do departamento comercial, mas, na verdade, todos os setores da empresa têm uma participação muito importante na decisão de compra do consumidor.

Neste post, você saberá de que forma esses setores contribuem para alavancar o faturamento do negócio e como integrá-los para alcançar melhores resultados. Confira!

1. Atendimento

Certamente, a maioria dos produtos que você vende também são comercializados pelos concorrentes — inclusive, com faixas de preço semelhantes. Nesse cenário, a experiência de compra se torna mais persuasiva do que o produto em si: quanto melhor o serviço prestado, maior a possibilidade de conquistar o cliente.

Sua loja pode ser linda, bem organizada e com preços atrativos, mas a preferência do consumidor não é conquistada apenas com esses elementos: se ele for maltratado ou atendido com má vontade por funcionários mal treinados, com certeza não voltará mais.

Assim, não apenas o vendedor é responsável por garantir uma percepção positiva, mas toda a equipe de atendimento.

A importância da fidelização

Não há nada pior do que adquirir um produto ou serviço e depois se sentir desamparado pela empresa ao precisar de ajuda. Se pensarmos que o grande desafio de uma empresa não é conquistar o cliente, mas sim mantê-lo, entendemos melhor o papel de cada profissional de atendimento no faturamento da empresa.

Para você ter uma ideia do que isso significa em termos monetários, um estudo da Accenture revelou que, em 2015, 86% dos brasileiros trocaram algum tipo de fornecedor por mau atendimento.

A consultoria calcula que, no total, a perda de faturamento devido à migração para a concorrência soma cerca de 217 bilhões de dólares. O setor que mais perde é o varejo, citado por 35% dos entrevistados.

O que mais surpreende na análise da Accenture é que, em 92% dos casos de insatisfação, a perda poderia ser evitada com providências como solução de problemas no primeiro contato, um esforço proativo de reconquista, entre outros critérios de bom atendimento.

Portanto, é essencial garantir a plena capacitação da sua equipe: todos precisam conhecer, com segurança e propriedade, os produtos, serviços e processos da empresa, sempre agindo com cordialidade, eficiência e gentileza para encantar o cliente.

2. Recursos Humanos

O quadro de colaboradores é, sem dúvidas, o ativo mais importante de qualquer empresa, independentemente do porte ou do ramo de atuação. Zelar pela motivação da equipe é uma tarefa estratégica e contínua — e que, caso seja negligenciada ou mal gerida, pode ocasionar prejuízos graves ao negócio.

Se você quer satisfazer seus clientes, a satisfação dos funcionários é decisiva. No entanto, o varejo costuma ter níveis extremamente altos de rotatividade de pessoal — o popular entra-e-sai de funcionários. Segundo o ranking NOVAREJO 2016, esse percentual é de quase 40% no Brasil, mostrando que boa parte dos colaboradores não se sente comprometida com a empresa.

Atrair talentos e retê-los, portanto, é fundamental para manter níveis elevados de serviço. Melhores salários, benefícios atrativos, plano de carreira coerente e bom ambiente de trabalho ajudam a manter a equipe engajada e focada em metas comuns, o que torna muito mais fácil atingir os resultados esperados — inclusive o aumento de vendas!

Nesse sentido, é preciso colocar as políticas de RH como resposta aos problemas de negócio, associando-as ao marketing, finanças e outros grupos da empresa que ajudarão a mostrar a lógica ideal de atuação desse setor.

3. Marketing

Muitas vezes, acreditamos que o Marketing é responsável apenas pelas ações de publicidade e propaganda, mas as atribuições desse departamento vão além da divulgação de produtos e serviços. O princípio da atuação é entender as novas demandas e acompanhar as tendências de consumo, buscando entregar sempre a melhor proposta de valor ao cliente.

A proposta de valor é resultado da compreensão das necessidades do consumidor e deve garantir sempre a máxima redução de custos e ampliação de benefícios.

Os custos, nesse caso, vão muito além da ideia de preço: as pessoas pagam mais para não perder tempo, para não se cansar ou se estressar, por exemplo. Da mesma forma, a percepção de benefícios é ampliada por experiências sensoriais e emocionais, além do status. Todos esses fatores justificam a preferência do consumidor, independentemente do preço.

Depois de compreender as necessidades do público, o Marketing desenvolve a proposta de valor e encaminha a divulgação da empresa. Mas essa estruturação deve ser minuciosa para que o cliente receba exatamente o que foi prometido e tenha a melhor percepção possível.

Os 4 Ps do Marketing

Para cumprir esse desafio, o departamento de Marketing opera em basicamente 4 frentes, que chamamos de 4 Ps:

  • produto: diz respeito à estruturação de toda a experiência de serviço, com os devidos padrões de diferenciação da concorrência e estudo do mix de produtos colocados à venda;

  • preço: se refere ao estudo do preço que o consumidor está disposto a pagar e alinhamento às necessidades de lucro do negócio. Também se preocupa com o “como”, avaliando os melhores métodos de pagamento para facilitar a vida do cliente e viabilizar as transações;

  • praça: está relacionada à escolha do ponto de venda mais adequado ao público-alvo, os canais de distribuição necessários e o merchandising visual;

  • promoção: está ligada a todas as ações de publicidade e propaganda que visam promover uma marca ou produto.

4. Compras

Nas empresas modernas e bem-sucedidas, o setor de Compras já é visto como uma área bastante estratégica. Mais do que deter apenas a responsabilidade de prover insumos para viabilizar as operações do negócio, a equipe da área precisa estar totalmente alinhada às necessidades da empresa, esforçando-se para atendê-las de forma plena e consistente.

Nesse âmbito, efetivar uma seleção criteriosa de fornecedores e ter assertividade na negociação por preços mais atrativos são aspectos fundamentais ao time de Compras. Assim, o setor de marketing pode conquistar margens mais atrativas para determinar as estratégias de preço.

Como resultado imediato, a empresa fortalece relacionamentos comerciais estratégicos e otimiza recursos, economizando na aquisição dos itens necessários à operação. Em médio e longo prazo, a competitividade também sofre impactos positivos, uma vez que há mais solidez e dinamismo nas negociações.

Com essa visão mais ampla, é possível perceber que muitas vezes gerenciamos equipes de vendas estabelecendo metas pouco realistas considerando todas as nuances da operação. Como os vendedores não atuam sozinhos, acabam se sentindo desmotivados e o efeito sobre o volume de vendas é exatamente o contrário do esperado.

Para evitar a perda de clientes, que tal fazer uma revisão na rotina de todos os setores da empresa? Acompanhe as novidades em nossos perfis no Facebook e LinkedIn e receba mais dicas valiosas para a gestão do seu varejo!

Desbancarização: qual o comportamento de compra desse público?

A tecnologia está mudando a forma com que as pessoas vivem e é claro que isso reflete também na maneira como elas se relacionam com o dinheiro.

No Brasil não é diferente. A desbancarização é um termo que vem ganhando força por aqui e está exigindo do varejo uma nova postura para acompanhar esse movimento e aproveitar as oportunidades que estão surgindo.

Mas como o público desbancarizado se comporta? Este artigo vai ajudá-lo a responder a essa pergunta:

O que é a desbancarização

Falar em público desbancarizado não é uma novidade, pois é a realidade de milhões de brasileiros. São pessoas que possuem alguma renda, mas não têm nenhum vínculo com instituições financeiras tradicionais, por algum destes dois motivos:

  • por circunstância: muitos são desbancarizados por não conseguirem acesso a esse tipo de serviço, seja por dificuldade financeira ou pendências de crédito e pagamento de dívidas;

  • por opção: outras pessoas são desbancarizadas por opção própria, para evitar tarifas e juros altos e ter mais liberdade para controlar seu dinheiro.

Esse segundo item é a chave para entender um novo mercado. Mesmo que uma faixa da população esteja desde sempre afastada dos bancos, hoje a desbancarização é uma opção vantajosa para um público que está buscando ativamente essa condição.

E essa escolha não é feita ao acaso. Essa tendência está acompanhando uma maior educação financeira do público, mudança nos hábitos de compra e o crescimento das startups de tecnologia financeira, as chamadas fintechs.

O comportamento do desbancarizado

Portanto, vamos falar um pouco mais sobre esse novo público que está escolhendo não ter conta em bancos tradicionais. Para todo o varejo, além de entender seu perfil, é importante aprender como se comporta uma pessoa que abdica das instituições financeiras:

Na hora de receber

A grande maioria das pessoas com trabalhos tradicionais, de carteira assinada, ainda está presa à sua conta por questões burocráticas em relação ao salário. Mas não só essa resistência está cedendo como a quantidade de empregos integrais está diminuindo no nosso mercado.

Os desbancarizados são geralmente profissionais liberais, autônomos, freelancers e terceirizados. Como recebem por trabalho, não sentem necessidade de manter uma conta com taxas altas de manutenção e cartões com anuidade.

Essas pessoas preferem ter liberdade para movimentar seu dinheiro caso encontrem uma solução mais vantajosa para seu perfil financeiro, seja para guardar, gastar ou investir.

Na hora de comprar

Os desbancarizados têm hábitos de compra um pouco diferentes do que se tornou a cultura do brasileiro. Saem as parcelas intermináveis e entram o crédito reduzido, pagamentos à vista e os cartões pré-pagos.

É um público que hoje compra muito mais por meio da internet, pesquisa bastante e tenta juntar boa parte do valor antes de fazer a compra. Além disso, também prefere presentear com vales de lojas e participar de programas de fidelização que deem vantagens em compras futuras.

Na hora de investir

A busca por vantagens financeiras e maior liberdade para controlar seu dinheiro é o que move o público que opta por ser desbancarizado. As fintechs estão crescendo em ritmo impressionante no Brasil para atender a essa demanda por receita, compra e investimentos.

É comum para essas pessoas usar várias soluções simultaneamente, para tirar o melhor proveito de cada aspecto de sua própria saúde financeira. Um exemplo é usar cartão pré-pago em uma loja, ter um cartão de crédito de uma fintech, enquanto investe seu dinheiro em outro e mantém uma quarta solução para garantir um seguro.

Essa liberdade é muito importante para o público desbancarizado. Um varejo que deseja atingi-lo precisa entender e se adaptar a esse comportamento.

As fintechs que vêm se destacando em tempos de desbancarização

O comportamento desse público vem sendo acompanhado de perto por empresas que buscam seu espaço. É por isso que várias fintechs surgem toda semana e até os grandes bancos tradicionais estão tentando uma fatia desse mercado. Veja alguns dos exemplos de startups que fazem sucesso:

Nubank

O Nubank talvez seja o maior caso de sucesso entre as fintechs que atuam no Brasil. Ela oferece um cartão de crédito livre de anuidade e totalmente controlado pelo aplicativo. Vem conquistando os desbancarizados por oferecer uma solução simples, como permitir que o usuário pague antecipadamente um boleto para liberar mais crédito no cartão.

ContaSuper

Adquirida pelo Santander, a ContaSuper é uma fintech que oferece as funcionalidades de uma conta-corrente sem as taxas e o vínculo de um contrato tradicional em um banco grande.

Acesso

A Acesso também oferece uma opção de cartão de crédito livre das taxas e do contrato de um banco. Seu foco é na personalização para o cliente e em parcerias com o varejo, de modo que os dois lados tenham vantagens.

A opção dos cartões pré-pagos

O número de empresas do varejo e de serviços que oferecem cartões pré-pagos só aumenta depois desse novo movimento de desbancarização. É uma forma eficiente e rentável de atingir esse público.

Veja as vantagens que elas estão conseguindo ao adotar a solução:

Aumento do ticket médio de compra

O cartão pré-pago exclusivo de um varejo estimula o consumidor a gastar mais, preferindo reunir suas compras todas em um lugar.

Além disso, existem as compras por impulso que podem ser convertidas dentro do estabelecimento quando o cliente foi comprar um outro produto.

Garantia de fluxo financeiro

O próprio nome diz: pré-pago. Além de atingir o público desbancarizado, o cartão que ele compra já foi convertido em dinheiro para o varejo, independentemente de o quê ou quando ele trocar seu crédito por produto. Essa é uma forma eficiente de antecipar receitas.

Programa de fidelização do cliente

Uma das características desse novo público desbancarizado é que ele gosta de ser mimado. O cartão pré-pago é uma forma de estreitar esse relacionamento com um produto personalizado, um atendimento exclusivo e vantagens especiais, além de poder ser utilizado como um cartão fidelidade para o varejo. 

A desbancarização vem se tornando sinônimo de controle e liberdade financeira, e cada dia mais pessoas optam por abandonar os contratos tradicionais com seus bancos.

E o seu varejo, está pronto para abraçar essa oportunidade e atingir um novo público? Se você quer continuar estudando sobre o assunto, é hora de ler este artigo sobre como o público desbancarizado aquece o mercado brasileiro!

Conheça 10 tendências e novidades para seu PDV

O avanço tecnológico trouxe tendências nos últimos anos que terão impacto direto na forma como os negócios no varejo funcionam, especialmente nos Pontos de Venda (PDV). Dentre as novidades para PDV, está a integração cada vez maior entre o ambiente virtual e o físico, como pode ser evidenciado pelo avanço de plataformas multicanais, pelo digital signage, o showrooming e o Omnichannel.

O que vemos são transformações na maneira de se relacionar com consumidores num ambiente dinâmico e transparente. Isso graças à facilidade de se consultar dados de produtos pelos smartphones, tablets e outros aparelhos dos próprios clientes e pela troca de informações de forma instantânea entre eles.

Para descobrir as tendências de PDV que estão ganhando o mercado, confira nosso post!

1. PDV e sua importância

O PDV é o ponto de contato entre a marca e o cliente. Pode ser tanto virtual, quanto físico e envolve a construção de um cenário que vai proporcionar uma compra agradável para o cliente. O PDV inclui a logística do espaço, o treinamento dos funcionários, a disposição dos produtos, a decoração, etc.

O gestor ou empreendedor deve, portanto, estar atento as novidades para o PDV a fim de proporcionar uma experiência cada vez mais prazerosa e única para os consumidores, aumentando a visibilidade da marca e fidelizando clientes.

Conheça agora as novidades para PDV que estão sendo aplicadas no comércio!

1. Digital signage no PDV

Digital signage é o termo em inglês para sinalização digital, ou seja, um painel eletrônico que pode ser colocado numa vitrine, caixa, balcão, prateleira ou parede de um PDV. Ele mostra informações sobre produtos, incluindo preço, características técnicas, condições de pagamento, opções de modelos, vantagens etc.

Uma estratégia com vários deles espalhados pelo local ajuda a destacar determinados produtos, fazendo-os mais desejados pelos clientes. Esses displays são bastante chamativos, pois conseguem atrair a atenção por meio das imagens facilmente, além de poderem influenciar nas decisões de compra dos consumidores.

2. Hot points melhor aproveitados

Hot points são aquelas regiões de um PDV que costumam atrair mais a atenção das pessoas. São os locais de destaque, com melhor exposição e facilidade de acesso. Por exemplo, vitrines centrais ou prateleiras no começo dos corredores.

A tendência é otimizar esses pontos com decorações cada vez mais voltadas a identificar a marca, ressaltando sua personalidade. Isso porque muitos dos clientes são fiéis a algumas marcas, sentindo-se mais à vontade para realizar compras nessas empresas.

Especialmente aqueles que estão longe de casa e encontram na decoração do PDV um ponto familiar, algo em que eles confiam.

3. Visual Merchandising e Storytelling

O storytelling envolve a arte de contar histórias de modo a se aproximar dos consumidores e oferecer experiências de valor para eles. Nos PDVs isso pode ser feito por meio da decoração, utilizando os elementos de merchandising. Dessa junção surge o visual merchandising.

Essa é uma tendência que se consolida cada vez mais no varejo, pois narrar histórias por meio de aspectos visuais da marca ajuda a influenciar e transmitir mensagens aos clientes.

4. Showrooming cada vez maior

O showrooming é uma tendência ligada a hábitos de consumidores, originado graças ao maior acesso tecnológico. Basicamente, é quando os clientes experimentam produtos no espaço físico dos PDVs, porém utilizam smartphones ou outros dispositivos para pesquisá-los e comprá-los no ambiente virtual.

As empresas precisam conciliar essa prática de modo a impulsionar seus canais onlines, enquanto os clientes ainda estão em seus espaços físicos.

5. User experience

Sabendo que todo mundo carrega seus smartphones para dentro das lojas, o que pode ser feito para melhorar a conectividade no interior da empresa da marca com o consumidor?

O user experience é uma oportunidade do empreendedor oferecer uma experiência de qualidade para o seu cliente, permitindo a complementação das compras onlines e físicas.

Uma forma de fazer isso é criando aplicativos da loja ou estabelecendo canais de comunicação e relacionamento efetivo com o cliente.

6. Omnichannel (multicanais de contato com os clientes)

O consumidor omnichannel também é outra novidade impulsionada pela tecnologia, já que esse tipo realiza compras em dispositivos móveis, notebook, televisão, rádio etc.

Ou seja, ele está presente em múltiplas plataformas, de modo que as marcas que estiverem interessadas nele precisam desenvolver formas de atendê-lo e conquistá-lo nesses locais.

É preciso aproveitar as possibilidades tecnológicas para se posicionar nesses meios, tornando o relacionamento com o cliente mais próximo. Um exemplo é o e-commerce, ou seja, lojas virtuais em que as compras e pagamentos são feitos via web.

7. Popularização de plataformas multicanais

O fenômeno do omnichannel vem junto com a popularização das plataformas multicanais, em que tanto ambientes físicos quanto virtuais se interligam.

Os clientes hoje podem realizar compras em e-commerces e sacar seus produtos nas lojas físicas, não precisando esperar pela entrega. Também podem fazer compras em PDVs físicos, porém monitorar a entrega e a documentação na web.

O que está em jogo é a capacidade de integrar o físico e o virtual conforme a demanda, perfil e necessidade de cada cliente.

8. Realidade aumentada e os provadores digitais

A realidade aumentada também é outra novidade que dá seus primeiros passos para se tornar constante na vida das pessoas.

Essa tecnologia é a base dos provadores digitais que têm revolucionado os PDVs ao redor do mundo.

Grandes telas digitais cumprem a função de vitrines e espelhos, possibilitando ao cliente uma experiência dinâmica e interativa com o produto.

No caso dos espelhos digitais, a tela exibe sobre o corpo da pessoa a roupa ou fantasia, que pode ser medida de acordo com a numeração do cliente. Além disso, a pessoa pode experimentar diferentes cores da mesma peça e navegar por combinações de roupas diferentes com mais praticidade e rapidez.

Tecnologias parecidas são usadas em lojas de maquiagem e até em restaurantes, que contam com mesas touch screen em que o consumidor consegue acessar o cardápio, organizar a mesa conforme sua preferência e até solicitar um táxi.

9. Localização de interior

O uso de dispositivos móveis no interior de lojas e estabelecimentos abrem o caminho para reconfiguração dos PDVs. Por meio da movimentação do cliente monitorada via GPS, é possível perceber qual o trajeto feito pelo cliente nos corredores da loja, em quais pontos ele ficou por mais tempo e quais as seções são pouco visitadas.

A partir desses dados é possível pensar na otimização do espaço de vendas a fim de garantir uma experiência ainda mais prazerosa para o cliente, assim como definir estratégias de vendas, promoções e circulação de determinados produtos.

10. Avanços tecnológicos em automatização e gerenciamento de dados

A automatização de algumas funções nos PDVs, como as ligadas a estoque e atendimento, por meio de robôs e interfaces tecnológicas é algo que já ocorre em algumas empresas nos países desenvolvidos. O resultado é a otimização do atendimento em seu PDV.

A quantidade de dados gerados a partir do mapeamento do comportamento do consumidor na loja física e na web possibilita a criação de uma base de dados que vai orientar as estratégias da empresa.

O uso de Big Data é uma das ferramentas para compreender usuários e, consequentemente, oferecê-los o produto certo, no momento certo.

Quem quiser se manter competitivo e melhorar as estratégias para o seu PDV precisa ficar de olho nessas tendências.

O que as novidades mostram é que as interfaces digitais estão cada vez mais inseridas dentro do comércio varejista, assim como as informações obtidas pelo comportamento do cliente na loja física e no ambiente virtual.

Por meio da análise dessas informações, a empresa vai conseguir planejar e traçar as melhores estratégias na elaboração dos pontos de venda. Adotando essas novidades para PDV, os resultados vão ser o aumento das vendas e a melhora no relacionamento com os clientes.

E se você conhece mais alguma novidade que deixamos de fora, que tal compartilhar conosco nos comentários? Deixe a sua mensagem!

Cupom de desconto: como usar esse item em datas comemorativas?

As datas comemorativas, como dia das mães, Black Friday e Natal, são momentos nos quais os consumidores normalmente se dispõem mais a comprar. Por isso, a preparação para os varejistas é diferente nessas ocasiões, visto que envolve mudanças no estoque, no horário de funcionamento e nas estratégias de marketing e vendas. Aliás, uma dessas ações que abordaremos, neste texto, é o uso do cupom de desconto.

A tática pode até não ser das mais novas, mas continua funcionando muito bem, afinal, qual consumidor não gosta de descontos?

Outra vantagem é que o cupom é customizável e, por não ser usado com muita frequência por uma loja, passa a ser facilmente associado com a data comemorativa em questão, ou seja, o cliente percebe que há um real desconto sendo ofertado.

Nas próximas linhas, vamos focar nas maneiras de uso do cupom de desconto em datas especiais e falaremos de mais alguns benefícios entre essas práticas. Acompanhe e veja como aumentar as suas vendas!

Envie para os seus leads

Os potenciais clientes são os principais alvos nesse tipo de ação. Muitas vezes, eles estão precisando justamente daquele “empurrãozinho” para tomar uma decisão favorável à sua loja, e o cupom de desconto pode ser o gatilho para isso.

Portanto, aproveite a proximidade de um e-mail ou de um SMS com esses contatos e encaminhe um código promocional para ser trocado na loja física ou virtual (se houver).

Mas lembre-se: se quiser melhorar suas taxas de conversão com esse tipo de ação, trate de enviar somente cupons de produtos do interesse do lead.

Dispare cupons exclusivos para clientes

Quem já é um cliente da loja também pode se beneficiar com os descontos. A ideia, aqui, é oferecer descontos específicos para esse grupo, até para demonstrar um senso de exclusividade, de privilégio para quem já comprou ou continua comprando em sua empresa.

Você pode aproveitar os dados cadastrais desse público para enviar, por exemplo, descontos nas datas de aniversário dos clientes. Esse tipo de uso é uma das formas de fidelizar os consumidores por meio dos cupons.

E para a sua loja, é a chance de aumentar as taxas de upsell, cross-sell e de aquisições recorrentes.

Envie um cupom de desconto como recompensa

O disparo de cupons também pode ser associado ao cumprimento de metas. Em programas de indicação, por exemplo, o cupom é uma das possíveis recompensas para clientes que indicaram um número X de novos compradores ou após fazer N compras na loja durante ano.

Quando chegar a data comemorativa, basta selecionar os consumidores que cumprirem esses requisitos em seu banco de dados e enviar os códigos promocionais a eles. É mais uma das maneiras de encantar e reter os compradores.

Lembre-se de criar um regulamento para os programas de indicação e deixar os consumidores cientes do que precisam fazer para conquistar tais recompensas.

Divulgue os cupons nas redes sociais

Seus cupons podem até serem incríveis, mas pouco surtirão efeito se não forem conhecidos. Logo, é muito importante divulgá-los em seus canais de relacionamento. Além do e-mail ou SMS, use bastante suas redes sociais, como Facebook, Twitter e Instagram, para oferecer esse mimo aos seus seguidores.

É importante ser criativo e/ou tentar tirar alguma vantagem desse tipo de ação. Por exemplo, em vez de dar de cara o código em um post temático, você pode compartilhar um link do seu site com uma caixa para o visitante preencher com o seu e-mail em troca do cupom.

A criatividade pode vir em ações no Snapchat, pois como as mensagens, nessa plataforma, tem uma vida curta, alguns cupons “relâmpagos” podem ser enviados aos seguidores nas datas comemorativas.

Em suma, o cupom de desconto representa uma boa oportunidade não só de aumentar e acelerar as vendas em datas especiais, como também atrair novos e reter os atuais compradores. É uma ferramenta versátil, simples e que gera bons resultados entre os seguidores, leads e clientes da sua loja.

E aí, viu como o cupom de desconto pode ser uma das suas armas para alavancar as vendas em datas comemorativas? Então, se você gostou deste texto, assine a nossa newsletter para acompanhar nossos conteúdos em seu e-mail!