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Quais estratégias adotar quando as vendas caírem?

Não há como negar, quando qualquer sinal de incerteza econômica surge, o primeiro setor afetado é o varejo, que depende muito da confiança do consumidor para crescer. Neste momento é natural se perguntar quais estratégias adotar quando as vendas caírem. Para te ajudar a ter insights e minimizar ao máximo qualquer impacto que estes fatores podem causar, no post de hoje trazemos algumas dicas valiosas. Confira:

Quais estratégias adotar quando as vendas caírem?

Se você quer continuar vendendo apesar do momento, é preciso olhar com atenção para sua estratégia. Marketing, Tecnologia e Relacionamento são áreas que precisam ser foco de sua empresa, para que se torne possível aumentar seus resultados.

Segurança dos seus colaboradores e clientes

Mais do que nunca, é hora de investir na segurança dos seus colaboradores, que estão na linha de frente do seu negócio, e de seus clientes. Aposte na limpeza recorrente das lojas e na promova ações de orientação e prevenção de possíveis focos de contaminação.

Ao ver que tanto o ambiente como os colaboradores estão protegidos, os clientes ficarão mais seguros em continuar visitando suas lojas.

Aposte na diversificação de serviços

Incrementar seu portfólio com serviços diferenciados também aumenta o valor percebido de sua marca para os consumidores. Como as saídas estão mais escassas, os clientes tendem a querer resolver tudo em um único lugar.   Estude a possibilidade de oferecer itens, como cartões presente ou recarga de celular em seu ponto de venda, isso aumenta o ticket médio e a recorrência de seus clientes.

Invista nas vendas online e delivery

As redes sociais nunca foram tão importantes para conectar pessoas e negócios. Se você não tem loja online, que tal enviar por whatsapp para seu mailing de clientes as ofertas da semana? Mas é imprescindível deixar alguém responsável por ficar online para atender e responder as dúvidas e pedidos.

Não esqueça também de manter atualizada suas páginas no Facebook e Instagram.

Garanta que o atendimento seja excelente

Se antes um ótimo atendimento já era muito importante para fechar negócio, tornou-se mais importante ainda em um momento em que as pessoas estão menos propensas a comprar. Invista em capacitação para vendedores, campanhas de incentivo e ações de monitoramento, como cliente oculto. E, é claro, não deixe de comunicar a importância da excelência no atendimento para seus funcionários, mostrando o papel deles no negócio.

Aproveite o feedback dos clientes

Mais do que nunca, neste momento, você precisa estar próximo e saber o que pensam seus clientes. Previna-se contra qualquer mudança de comportamento que possa existir por redução de poder de compra ou insegurança em relação a gastar dinheiro. Utilize pesquisas de opinião no ponto de venda, por telefone ou e-mail. Você pode descobrir informações importantes sobre intenção de compra e expectativas em relação aos seus produtos, além de validar tendências e novas coleções.

Você tem alguma outra estratégia para aumentar as vendas do varejo em tempos de crise? Compartilhe com a gente!

Custo de aquisição de clientes alto? Veja 4 dicas para reduzi-lo

Analisar as contas da empresa pode ser uma das fontes mais ricas para o marketing estratégico, que tem a vantagem de atrair mais clientes potenciais, fazendo investimentos mais baixos. E se a empresa possui um custo de aquisição de clientes baixo, é exatamente isso que vai acontecer.

Acompanhe agora uma análise objetiva e simples das variáveis do CAC (Custo de Aquisição de Clientes) e, principalmente, dicas estratégicas para reduzi-lo e deixar sua empresa mais competitiva.

Composição do custo de aquisição de clientes

Cada mercado e empresa demandam estratégias de marketing específicas, que precisam ser tomadas baseadas nos resultados esperados e recursos disponíveis para tal — o CAC ajuda a administrar essas questões.

Ele é composto pelo conjunto de valores despendidos para campanhas de marketing, como licenças de softwares utilizados, custos de pesquisas, serviços profissionais internos e terceirizados e outros gastos relacionados com a ação de marketing, divididos pelo número de clientes adquiridos em determinado período.

Qual o valor do CAC ideal?

O custo de aquisição de clientes pode obedecer um fluxo determinado. No início de uma ação de marketing, principalmente quando a empresa está entrando no mercado, é natural que o valor para conquistar um cliente seja mais alto.

Com o passar do tempo, encontra-se a linha de atuação de sucesso e este custo diminui até chegar à sua saturação. Neste ponto, aquela ação de marketing fica obsoleta e o CAC começa a aumentar novamente, sendo necessário ajustes na estratégia para reduzi-lo.

Do ponto de vista financeiro, é preciso trabalhar na sua redução em qualquer fase, mas também é necessário considerar que o resultado é proporcional ao valor investido.

Listamos algumas dicas que podem ajudar!

1 – Faça a segmentação de clientes e campanhas

Conhecer bem os clientes permite segmentar as campanhas e ações de vendas, tornando a taxa de conversão melhor. Neste caso, o CAC diminuirá porque o valor total de investimentos será dividido por um número maior de clientes.

Bancos costumam utilizar sistemas de CRM que apontam clientes mais propensos à contratação de cartão de crédito, por exemplo. Em vez de abordar toda a carteira de clientes, o gerente é mais assertivo ofertando apenas para aquele grupo, de modo a converter mais pessoas e reduzir o CAC.

2 – Crie programas de fidelidade

Os programas de fidelidade valorizam os clientes recorrentes e isso é vantajoso tanto para ele quanto para a empresa. Enquanto o cliente usufrui dos benefícios do programa, a empresa gasta menos para convencê-lo de uma nova compra.

Do ponto de vista do esforço de aquisição, reduz o somatório dos custos (Dividendo) e aumenta ou mantém o número de clientes adquiridos (Divisor) — o quociente do CAC neste caso será menor.

É válido lembrar também que a fidelização de clientes é essencial para o crescimento da empresa. Sem uma base de clientes fidelizada, a empresa não estará competitiva o suficiente para lidar com o mercado.

3 – Invista no inbound marketing

Outra forma de reduzir o CAC, modificando o somatório de custos de marketing do topo da operação matemática, é investir no inbound marketing, que além de ser mais barato, gera uma boa quantidade de clientes qualificados.

Criar blogs e contas nas redes sociais para interagir com o público-alvo e alimentá-los com conteúdos relevantes faz com que os compradores reconheçam suas necessidades de compra e cheguem ao ponto de venda já conscientes do que precisam. Não é preciso atraí-lo ou convencê-lo.

4 – Diminua o tempo de aquisição de clientes

Diminuir o tempo de aquisição de clientes não significa necessariamente reduzir o tempo de veiculação de uma campanha, significa tornar o tempo de interação com o cliente no ponto de venda mais eficiente e produtivo.

Criar processos de vendas práticos permite que mais vendas sejam convertidas em um mesmo período. Oferecer serviços de autoatendimento também diversifica as opções de conclusão de venda e permite que o cliente conclua a venda conhecendo o mix de produtos ofertados pela loja.

Dominar o custo de aquisição de clientes é muito importante para o sucesso da empresa, e demonstra a importância do alinhamento de estratégias entre a equipe de marketing, vendas e financeiro.

Mas além do CAC é preciso acompanhar outros indicadores gerenciais para administrar uma empresa, e você pode ler agora um pouco mais como eles ajudam a mensurar os resultados do varejo!

Varejo: 6 dicas para motivar o colaborador a ter mais empenho nas vendas!

O varejo costuma ser afetado variações da economia e sazonalidades, que podem enfraquecer as vendas até mesmo dos melhores vendedores. Por isso, motivar o colaborador de lojas de varejo é fundamental, pois um volume de vendas baixo pode representar mais do que um prejuízo pessoal para ele, mas também um fator de desmotivação.

A motivação é um combustível para que os funcionários estejam diariamente focados em suas vendas e influencia o clima da loja, envolvendo outros membros da equipe e clientes, que ficam mais propensos a comprar.

Se sua empresa está precisando de novas ideias para elevar a motivação da equipe de vendas, acompanhe algumas dicas poderosas para envolver a equipe e manter a motivação nas alturas!

1 – Permita que o colaborador ajude a definir metas

Um dos grandes fatores de motivação é também o que mais cria estresse para os funcionários de vendas, o plano de metas. Ele precisa ser definido por meio das necessidades da loja, mas também considerar as habilidades de cada funcionário.

Apresente ao funcionário a quantidade de vendas por produto que precisa ser realizada no período e permita que ele ajude a definir sua meta de vendas de acordo com um mínimo necessário. Isso o deixará mais motivado por ter sua opinião considerada e esperançoso de que pode produzir bons resultados.

2 – Crie processos de vendas simples de compreender

Quando o funcionário domina suas tarefas, trabalha mais confiante e motivado. Criar processos de abordagem, venda e pós-venda simples e objetivos pode ser um bom caminho para a motivação do time de vendas.

Isso dará mais tempo para o funcionário se dedicar às vendas, à conquista de novos clientes e ao aprendizado de suas funções.

3 – Fuja do básico e ofereça cartões pré-pagos como premiação

Os cartões pré-pagos recarregáveis são excelentes opções para premiação de funcionários. Conquistando suas metas, ele recebe um cartão com valor preestabelecido, em que pode usufruir em uma rede de estabelecimentos específica.

Como ele não pode ser sacado, o funcionário acaba utilizando sua premiação para adquirir bens e produtos que realmente trarão satisfação pessoal, o que é um dos fatores motivacionais mais eficazes das premiações.

4 – Atue como coach para motivar o colaborador

Ao atuar como um coach para os colaboradores, o gestor da equipe demonstra que a empresa quer dar oportunidades de crescimento e desenvolvimento profissional.

Além de feedbacks sobre a correta execução do trabalho, ele também pode receber orientações sobre a postura profissional, conhecimentos que deve adquirir e como se desenvolver para conquistar seus objetivos.

Com este acompanhamento, o colaborador entenderá que sua atuação no trabalho é muito mais importante e significativa.

5 – Alivie o clima de tensão do varejo

A pressão e o clima de tensão para o cumprimento de metas é ainda mais desmotivador.

Portanto, ao invés fazer cobranças frequentes e deixar o clima ainda mais tenso, procure aliviar o ambiente músicas envolventes, ofereça lanches inesperados e comentários positivos que contribuam para a equipe consiga bater as metas estipuladas.

6 – Comemore as vitórias

Comemorar as metas batidas, o desempenho da equipe ou o progresso de cada um dos colaboradores é a forma de afirmar o esforço dos funcionários e também de demonstrar que a empresa valoriza o trabalho deles.

Faça comemorações mensais, mande e-mails parabenizando as conquistas e valorize as premiações.

Motivar o colaborador do varejo pode ser muito mais vantajoso do que investir em campanhas publicitárias para atrair novos clientes.

Quando um colaborador está motivado, consegue vender muito mais e melhor para os clientes fiéis, que além de manterem-se conectados com a sua loja, ainda divulgarão sua qualidade gratuitamente para outros potenciais compradores.

Você já fez um comparativo dos valores investidos em premiações para colaboradores e em anúncios promocionais? Qual deles teve melhor resultado nas vendas? Comente com a gente a sua opinião!

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4 estratégias para tornar seu varejo uma máquina de vendas!

A motivação veio pela competitividade agressiva? Ou, quem sabe, por conta de um momento econômico? Para o bom varejista, não importa. A venda é sempre a mola propulsora do negócio e, portanto, melhorar os resultados deve ser sua prioridade, não importando se a maré é positiva ou se os adversários são imponentes.

É essa busca constante pelo sucesso que faz com que algumas empresas consigam se destacar e outras, ao contrário, venham a fechar as portas.

A grande pergunta, no entanto, é: por onde começar? É claro que a maioria das empresas não divide a fórmula para o sucesso. Na verdade, isso nem adiantaria muito, afinal, cada negócio tem suas peculiaridades. Mas existem, sim, estratégias para atrair mais clientes e potencializar as vendas, e é justamente sobre elas que falaremos nesse post.

Confira, logo a seguir, nossa lista com 4 estratégias para tornar o seu varejo uma máquina de vendas!

1 – Desenvolva ações de fidelização

Clientes fidelizados — esse deve ser um dos principais objetivos do gestor varejista. Isso porque esse tipo de cliente costuma gastar mais, sem contar o fato de que é ele que promove a empresa de maneira orgânica, por meio do marketing boca a boca. Como fazer isso? Bom, existem inúmeras estratégias que podem ser desenvolvidas.

Uma das principais é o cartão marca própria. A ideia é fornecer ao cliente uma possibilidade de pagamento por meio de cartões para que, dessa forma, ele se sinta mais livre para presentear parentes, entre outros. A essa estratégia se soma o desenvolvimento de um cartão de fidelidade, com a simples lógica: quanto mais compras forem feitas, mais pontos serão adquiridos para serem trocados por descontos ou produtos.

2 – Ofereça a comodidade e o conforto

Todo cliente gosta do conforto e da praticidade. Por isso, as empresas devem se esforçar ao máximo para que ele se sinta à vontade na loja. É claro que, normalmente, é preciso trabalhar na ambientação. Som ambiente, decoração e a disposição estratégica dos produtos já é um bom começo, mas não pode parar por aí. É preciso ir além do óbvio e do que os concorrentes estão fazendo.

Uma estratégia bastante recomendada é oferecer a recarga do celular na própria loja. Além de ser um tipo de serviço procurado por muitos e, portanto, uma forma de atrair mais clientes, essa também pode ser uma maneira de oferecer comodidade. Pense em um casal: enquanto ele faz as compras, por exemplo, ela pode aproveitar o tempo e fazer a recarga do celular.

3 – Treine os seus colaboradores

A capacitação dos profissionais de vendas e do caixa pode garantir um retorno imediato à empresa. Não importa qual seja o seu segmento de mercado: o atendimento é um dos principais fatores de satisfação – e, consequentemente, das vendas. Infelizmente, muitos empreendedores brasileiros veem a capacitação como uma despesa, e acabam deixando esse ponto de lado.

Faça dessa que deveria ser uma obrigação de qualquer empresa uma das suas virtudes. Aposte na capacitação para garantir a fidelização e as vendas.

4 – Conheça bem o seu público e transforme o seu negócio em uma máquina de vendas

Já abordamos o assunto em um dos nossos posts, mas vale a pena retomar. Conhecer o seu público-alvo é a melhor maneira para desenvolver ações assertivas, que realmente trarão benefícios para a empresa. Muitas vezes, por não se apoiar em dados para tomar decisões, o gestor acaba adotando estratégias ineficazes, incompatíveis com a sua base de cliente – o que leva, inclusive, ao desperdício de recursos.

Conhecer o cliente pode ajudar a preparar melhor os vendedores, que precisam de uma abordagem sólida para vender mais. Também pode ajudar o marketing, já que ele precisa dessas informações para desenvolver as ações mais apropriadas. Por fim, ajuda a empresa como um todo, que passa, então, a desenvolver um planejamento mais preciso!

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Gostou das nossas dicas para tornar o seu varejo em uma máquina de vendas? Já usou o cartão marca própria como estratégia? Compartilhe com a gente os seus resultados!

5 tendências do varejo que continuam em alta

A toda hora vemos novas tendências do varejo surgir. Aliás, não apenas no varejo, mas em todos os segmentos de negócios. Infelizmente, seja pelo volume de informações recebidas diariamente ou por falta de tempo, as tendências passar em branco e acabamos ficando para desatualizados. 

Como o mercado é dinâmico e se adapta a todo instante devido às novas tecnologias e a necessidade de inovação, preparamos uma lista com 5 estratégias que se você ainda não implantou nos seus negócios, deve começar o mais breve possível.

1 – Redes sociais como plataformas de compra

Não é novidade que as redes sociais já são aliadas do comércio. Nos sites de relacionamento é possível interagir com os clientes, divulgar os seus produtos, promover a sua marca, atrair pessoas para os seus websites, dentre outras possibilidades. A tendência é que as redes sociais ganhem mais importância e passem a ocupar uma parte ainda maior na rotina de empresários.

Um novo botão deve passar a fazer parte dos principais sites de relacionamento, como o Facebook, Twitter e Instagram, e ser integrado nas Fan Pages corporativas: comprar. Essa iniciativa levará a relação dos comerciantes com as redes sociais para outro nível.

2 – Responsabilidade social em alta

A era da informação tem levado a mudança na consciência social do grande público. A interação globalizada tem colaborado para o desenvolvimento de uma cultura mais social e um ambientalmente responsável. E isso reflete no comportamento de consumo das pessoas, que passam a procurar por marcas que se mostrem sustentáveis e socialmente preocupadas.

De acordo com uma pesquisa feita pela Cone Communications/Echo, 87% dos consumidores globais consideram a responsabilidade social das empresas na hora de efetuar uma compra. Ou seja, marcas que adotam políticas sociais e ambientais questionáveis tendem a perder clientes.

3 – Monitoramento efetivo do consumidor e da concorrência

As decisões empresariais dependem de um profundo conhecimento sobre o mercado em que atua e o perfil de seus consumidores. A produção de dados para construir esse conhecimento já é prática comum das grandes corporações, mas ainda pouco usada pelas médias e pequenas empresas. Mas isso já começa a mudar e, em 2016, elas tendem a produzir mais dados relevantes para os seus negócios.

Essa mudança de comportamento se dá pela necessidade de conhecer melhor os consumidores, analisar as suas necessidades e oferecer uma experiência de compra única que permita superar a concorrência. E tudo isso é facilitado pelo aumento de ferramentas que tornam a análise e compilação de dados mais acessíveis.

4 – Personalização das estratégias

A concorrência no mercado tem aumentado e obrigado comerciantes a se adaptarem à realidade do novo consumidor, que pode realizar compras de qualquer lugar do mundo e receber a encomenda na porta da sua casa.

Com os dados necessários é fácil personalizar a sua loja e oferecer um mix de produtos que se adeque às necessidades dos seus clientes. Quando se conhece a fundo quem é a sua persona e público-alvo, é possível desenvolver estratégias eficientes e que surtirão o efeito esperado.

5 – Estratégias para mobile se mantém em crescimento

O site ou blog da sua empresa é responsivo? Não sabe o que é isso? Ter um design responsivo significa que o seu site se adapta para qualquer que seja o dispositivo que o seu cliente o está acessando. Ou seja, se ele visita o seu site pelo smartphone, todas as informações contidas nele devem aparecer para o seu visitante da maneira adequada.

As empresas têm que se adaptar para oferecer recursos dentro desses aparelhos, que também incluem os tablets, que vão desde soluções simples, como um site responsivo, como falamos, até alternativas mais complexas, como a criação de aplicativos. A tendência é explorar recursos, como aplicativos de fidelidade, que permitem resgatar suas recompensas por meio do mobile.

Quais tendências do varejo você acredita que vai ganhar força em 2016? E em qual pretende investir? Compartilhe com a gente a sua opinião!

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Como usar a Inteligência Competitiva para melhorar as vendas no varejo?

Há algumas décadas, as fontes de informação competitiva eram limitadas e de difícil acesso. Com a internet e a globalização, elas se multiplicaram infinitamente e não tiveram mais fronteiras físicas para barrar o seu fluxo.

Neste novo cenário, surgiu a inteligência competitiva – também conhecida como inteligência de mercado – uma técnica de análise de informações, que permite perceber as dinâmicas do mercado (tendências e movimentos), e estudar o comportamento de clientes e concorrentes, que visa minimizar os riscos empresariais e dar suporte à tomada de decisão.

A inteligência competitiva pode contribuir de forma bastante efetiva para melhorar as vendas no varejo, captando, filtrando e tratando informações relevantes que nortearão melhorias de gestão empresarial. Ficou interessado? Veja como neste post:

Benchmarking eletrônico

Quando a empresa dispõe de um bom software integrado de gestão – que engloba informações sobre estoque, fluxo de caixa, emissão de notas fiscais, etc. – é possível usar a inteligência competitiva para fazer análises de séries históricas de informações sobre o desempenho organizacional de vendas e gestão financeira (controle de inadimplência).

Um exemplo de como isso é possível é traçando um comparativo com os dados e indicadores do seu segmento de negócios – disponíveis em entidades como CDL, Serasa e outras – para entender se o seu movimento está seguindo, superando ou ficando aquém do desempenho da concorrência. Com esta informação em mãos, é possível aperfeiçoar os processos internos de controle e vendas.

Agregação de inovações tecnológicas

Com a inteligência competitiva, fica fácil acompanhar as inovações tecnológicas que afetam o varejo, seja para tornar mais segura a concessão de crédito (cartão de crédito pré-pago); agilizar os pagamentos (pagamento via smartphone) e reduzir o volume de trocas de produtos (vale presente), por exemplo.

Estas inovações podem e devem ser agregadas aos processos comerciais da sua empresa, para aumentar as vendas, a retenção e a fidelização dos clientes.

Definição das estratégias de vendas e marketing

Aplique a inteligência competitiva no mapeamento das ações da concorrência em relação a campanhas de marketing e promoções de vendas, ampliando o fluxo de pessoas no ponto de venda (PDV).

Invista em ações segmentadas, ampliando a oferta de ações promocionais customizadas por loja, período, perfil de cliente, e região geográfica. Há no mercado aplicações via mobile integradas com plataformas transacionais capazes de operacionalizar estas ações promocionais, permitindo a análise mais assertiva de quais campanhas são mais relevantes para seus clientes e capazes de gerar melhores resultados gerando melhor retorno sobre o investimento de marketing (ROM).

Essas análises ajudam o varejista a aprimorar a negociação com fornecedores para reduzir custos de aquisição e renovar o mix de produtos ofertados.

Inteligência competitiva e sustentabilidade

Observar o mercado para conhecer a concorrência e os clientes sempre foi primordial no varejo, porém, em muitos casos, esse assunto ainda é tratado como uma tarefa casual e informal — mas lembre-se de que os seus competidores cada vez mais estão aderindo a ferramentas profissionais de inteligência competitiva para garantir a sustentabilidade dos seus negócios.

As informações geradas por intermédio da inteligência competitiva interferem diretamente na gestão estratégica do varejo, ampliando a visão mercadológica e do negócio, identificando oportunidades e ameaças e tornando sua postura proativa. Isso acontece por meio da antevisão de tendências e comportamentos, fazendo com que a empresa esteja sempre à frente da sua concorrência.

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Rogério Lima é Diretor de Marketing e Vendas da epay Brasil e escreve sobre tendências para o varejo.

9 dicas para aumentar as vendas no seu varejo!

Acreditamos que todo dono de loja tem como foco principal alcançar o sucesso. Por conta disso, o aumento das vendas no varejo acaba figurando no topo da lista de preocupações desse empreendedor.

No entanto, para não ter que lidar com esse tipo de problema, é preciso utilizar as estratégias certas, que garantam a boa saúde dos negócios, principalmente em médio e longo prazo.

Por essa razão, nosso post de hoje vai oferecer 9 dicas práticas para turbinar as vendas sem abrir mão da qualidade no funcionamento do seu estabelecimento. Quer conhecê-las? Vamos lá!

Como aumentar as vendas no varejo?

Para o leigo, a proposta parece simples: preço baixo = mais vendas. Só que o verdadeiro empreendedor sabe que não é bem assim que as coisas funcionam. É preciso estar atento a todo o universo que cerca o seu estabelecimento para, somente assim, poder oferecer não apenas um preço convidativo, mas também garantir a subsistência do negócio.

Nossas dicas para aumentar as vendas no varejo são bem práticas e objetivas, passando por diversos setores, para fazer com que tudo possa funcionar de forma satisfatória e em conjunto.

1. Otimizar a gestão do tempo

Vamos começar com um dos pensamentos mais populares dos seres humanos: querer que o dia tenha mais do que 24 horas. A grande questão é que o dia poderia ter 1200 horas e continuar “não dando tempo” de fazer tudo o que é necessário.

Para poder aproveitar o tempo da melhor maneira possível é preciso aprender a ser organizado, mapear e conhecer muito bem os processos que envolvem seu negócio — para, assim, encontrar e sanar os gargalos e problemas dentro da loja.

Ao fazer essa faxina interna e conseguir gerenciar melhor o seu tempo, você vai aprender a coordenar melhor as ações de cada membro da sua equipe, planejar os próximos passos e medir os resultados das ações, de modo a ser capaz de modificar o que não está dando certo.

2. Melhorar a captação de pedidos

Já considerou como funciona a jornada do cliente no seu negócio? Perceba como as pessoas se comportam e analise o que a sua loja pode fazer para ajudá-las a tomar decisões de compra de forma mais rápida e objetiva.

Isso pode significar uma equipe de vendas mais atenta ao visitante (voltaremos a esse tema daqui a pouco), um layout do espaço (virtual ou físico) mais claro, informações (preço, marca, pagamento) bem destacadas e caixas com sistema rápido.

3. Organizar a gestão financeira

Lá no início do post falamos que preço baixo não é garantia de sucesso. A verdade é que é imprescindível investir em boas soluções para uma gestão financeira eficaz. É necessário conhecer o perfil do seu cliente, os competidores diretos e indiretos, os fornecedores, a sazonalidade do negócio e os compromissos indispensáveis.

Estando ciente de todas essas questões, você estará pronto para criar uma estratégia que permita que seu estabelecimento consiga não apenas pagar as contas, mas dar o devido retorno de investimento.

4. Investir nos recursos humanos

Sua equipe é seu bem mais precioso — e saiba que ela pode ser uma ótima fonte para aumentar as vendas no varejo! Invista em transformá-los em profissionais cada vez melhores, seja por meio da valorização das suas capacidades ou da adoção de treinamentos motivacionais.

Mais do que fazer com que eles “vistam a camisa”, é preciso transformá-los em fãs e defensores do seu negócio.

5. Aplicar uma estratégia de merchandising

O merchandising é um conjunto de técnicas de exposição e ambientação utilizadas no ponto de venda para aumentar o desejo dos clientes pelos produtos, estimulando a venda.

Por meio dessa estratégia, as mercadorias ganham um destaque especial aos olhos do público, cujo cérebro passa a operar em modo inconsciente. Não à toa, a maior parte das compras que fazemos no dia a dia não são planejadas: acontecem por impulso.

Existem vários princípios de merchandising que você pode utilizar para destacar seus produtos no PDV, como:

  • crie vitrines atrativas e com poucas mercadorias em destaque. A apresentação de muitos produtos de uma vez acaba dissipando a atenção, de modo que o cliente vê tudo, mas não enxerga nada de maneira especial;

  • organize o layout da sua loja de maneira estratégica, para que o cliente circule o máximo possível e tenha contato com diversos tipos de mercadoria;

  • para comprar mais, o cliente precisa se sentir bem dentro do estabelecimento. Viabilize corredores amplos, ventilação, sinalização adequada de mercadorias e aromas diferenciados para garantir uma experiência de compra confortável e estimulante;

  • utilize displays, ilhas e outros recursos oferecidos pelos fornecedores para aumentar o interesse por produtos. Mas cuidado com excesso de informação: em merchandising, menos é sempre mais! Encontre o equilíbrio perfeito para conquistar a atenção do cliente com maestria!

6. Explorar possibilidades das redes sociais

As ferramentas de marketing digital não podem faltar na estratégia de divulgação das lojas de varejo: elas representam uma das formas mais assertivas de contato com o consumidor e o investimento pode ser otimizado conforme a disponibilidade de verba.

Uma boa forma de começar é criando perfis em redes sociais, como Facebook e Instagram. Estude o comportamento do seu cliente nos canais digitais e adeque o conteúdo publicado conforme suas preferências e necessidades.

Nesses canais, a divulgação de promoções com imagens de mercadorias pode ser muito útil para atrair clientes, mas cuidado para não fazer excesso de postagens com esse formato e intenção: o ideal é variar o conteúdo, publicando também frases de impacto, vídeos com tutoriais de uso dos seus produtos e outras dicas relacionadas à sua área de atuação.

7. Adotar a cultura do up selling e do cross selling

Você já ouviu falar nesses termos? São técnicas de venda que sugerem ao cliente levar sempre algo a mais do que o planejado, como se eles estivesse sendo beneficiado com essa ação.

No caso do up selling, são oferecidos recursos adicionais ao produto central. Em lanchonetes de fast food, por exemplo, essa estratégia é muito comum: os atendentes sempre sugerem ingredientes adicionais por um preço promocional.

Já no cross selling, o vendedor indica mercadorias complementares, técnica muito eficiente no varejo de roupas, por exemplo. Com o discurso certo, é possível vender looks completos, não somente peças individuais.

Para fazer bom uso dessas técnicas, é importante que o vendedor aprenda a investigar as preferências do cliente de forma sutil, bem como mapear e roteirizar todas as oportunidades com potencial de venda adicional.

8. Diversificar canais de venda

A sobrevivência das lojas de varejo na era digital depende da diversificação dos canais de venda. Que tal investir em e-commerce e dedicar-se aos seus clientes no universo mobile (smartphones e tablets), com a elaboração de aplicativos que ajudem a fechar cada vez mais negócios?

9. Aposte em cartões pré-pago

Outra possibilidade que vem ganhando espaço é a solução dos cartões pré-pagos. Além de poder ser adotada por qualquer tipo de varejo, eles são uma ótima forma de aumentar o ticket médio de venda, já que muitas pessoas acabam gastando mais do que o valor carregado. Vale a pena conhecer e apostar nessa possibilidade o quanto antes!

O indicado é que você se dedique a encontrar sempre soluções que ajudem a captar e reter a clientela, fazendo com que a sua marca se destaque e seja sempre a primeira opção na hora de fechar negócio!

Gostou das nossas dicas para aumentar as vendas no varejo e tem outras boas ideias que já ajudaram seu negócio? Deixe um comentário e conte pra nós. Você também pode ajudar outros vendedores a crescerem ainda mais!

Área de serviços: entenda porque ela continua crescendo

Manter a renda e continuar crescendo o negócio é um desafio para qualquer profissional, especialmente aqueles com espírito empreendedor.

Com a queda do mercado nos últimos anos, muitas grandes empresas pararam de contratar, o que levou vários trabalhadores a buscarem novas formas de ganhar dinheiro. E um setor em especial tem crescido bastante: a área de serviços.

Entenda-se por “serviço” tudo o que é oferecido como solução para auxiliar a população ou outras empresas em suas necessidades. Limpeza, telefonia, transporte e afins são alguns exemplos.

No post de hoje, vamos falar sobre o crescimento desse setor mesmo em um mercado muitas vezes desfavorável. Acompanhe:

Variedade crescente de negócios

Assim como muitos negócios, como a indústria, a área de serviços tem se especializado e ramificado. Há especialistas em limpeza para festas, para escritórios e até para dispor de lixo químico. E junto com essa especialização, vem o aumento da qualidade, o que valoriza esse nicho diante dos clientes.

A maior variedade também significa que outras demandas passaram a ser atendidas. Por exemplo, serviços de garantia para trocas e vendas com pessoas distantes. Essa mediação tem ajudado muitos produtos a circularem pelo mundo inteiro, reduzindo os riscos de extravio no trajeto.

Acesso facilitado pelos recursos digitais

Algo que impulsionou a área de serviços nos últimos anos, certamente, foi a internet e a tecnologia de forma geral.

Antigamente, muitas tarefas de manutenção, como controle de estoque, registro de clientes, atendimento, entre outras, demandavam uma equipe muito grande para serem executadas com qualidade.

Porém, com a maior acessibilidade à tecnologia, pequenos e médios empresários passaram a realizar tais atividades com uma equipe bem reduzida.

As consequências dessa tecnologia são bem amplas — maior alcance da marca, menor custo, mais agilidade no serviço prestado, entre outras coisas. E como quase todas as pessoas vêm ficando a maior parte do dia conectadas à internet, elevam-se as possibilidades de alcançar um público maior.

Menor grau de investimento diante da crise

Um problema que a crise gerou para todos os novos empreendedores é o valor para investimento inicial. O capital necessário para firmar uma empresa nova e fazê-la crescer ficou mais alto, o que, posteriormente, pode afetar a capacidade de desenvolvimento do negócio.

Porém, como já mencionamos, felizmente o custo da área de serviços tornou-se bem menor nos últimos anos. Somando isso ao fato de que boa parte da demanda que é atendida não exige um investimento muito pesado, o avanço e a manutenção dos profissionais na área são questões facilitadas.

Demanda quase sempre presente

Nem sempre as pessoas precisam de um carro, um apartamento de luxo ou de uma plástica em determinada área do corpo. Mas todos precisam de limpeza, meios de transporte 24 horas, alimentação e afins.

Com essa demanda quase constante, a área de serviços foi capaz de se desenvolver de forma estável, mesmo com a crise financeira. E com a ampliação e diversificação dos serviços prestados, cada vez mais áreas passaram cobertura neste setor.

Agora você já sabe como a área de serviços foi capaz de crescer, mesmo em um momento de recuo financeiro, conseguiu tirar algum insight para manter as questões econômicas do seu empreendimento estáveis? Compartilhe este post em suas redes sociais e divida com outras pessoas essas informações!

Como criar uma promoção sazonal eficiente?

Praticamente todas as lojas trabalham com produtos ou serviços sazonais. Sejam as roupas de praia no verão ou o fondue no inverno, o fato é que a maioria tem certos artigos com a saída garantida em determinados momentos do ano. Só que, com uma promoção sazonal bem planejada e executada, você pode aproveitar para turbinar as vendas e garantir os períodos de baixa.

Quer saber como aproveitar as promoções sazonais no seu negócio? Veio ao lugar certo! Confira algumas dicas em nosso post de hoje:

Tenha um bom plano de ação

Para colocar em prática qualquer tipo de promoção, é fundamental ter um planejamento. Não adianta, por exemplo, buscar um estoque com ótimos descontos para pinheiros de Natal em pleno novembro. É preciso ter um calendário que já indique com quanto tempo de antecedência você precisa pensar na sua ação.

Além disso, você também deve estar preparado financeiramente para fazer as compras e produzir os materiais no tempo certo, ou seja: sem deixar o estoque e materiais parados tempo demais, para evitar perdas ou que eles se deteriorem.

Aproveite as datas comemorativas

Você não precisa contar apenas com o período do ano para a sua promoção sazonal. Uma ótima forma de aumentar as vendas é aliar essa sazonalidade às datas comemorativas. Isso significa que você precisa pensar em formas criativas e eficazes de estabelecer um vínculo entre o que o cliente quer ou precisa naquela data e o que você tem a oferecer.

Por exemplo: se você vende roupas de cama, pode aproveitar o dia dos namorados para vender conjuntos românticos e quentes para curtir o frio do inverno a dois.

Faça a sua promoção sazonal valer a pena

Promoção boa é aquela irresistível para o cliente e lucrativa para o lojista. Por isso, se você já sabe que precisa do fôlego financeiro que é dado pelo movimento das festas de fim de ano, por exemplo, invista para fazer dela o melhor momento para vender!

Estruture as promoções, artigos, estoque e equipe de atendimento e vendas para estar a par das informações e diferenciais de cada artigo ou serviço. Treine para oferecer vendas adicionais. Uma boa tática é ter uma meta (realista) para esse período e oferecer bônus e incentivos para quem a conquistar.

Invista no diferencial

Hoje em dia existem várias novidades que o lojista pode oferecer à sua clientela para ajudar a conquistar o sucesso na sua promoção sazonal. Que tal investir em cartões de fidelidade, cupons de desconto ou em cartões presente?

Além de não ocuparem espaço no estoque, essas são opções que agradam bastante quem ainda está indeciso sobre o que levar (sem deixar você perder a venda) e ajudam até mesmo a elevar o ticket médio do seu estabelecimento (como explicamos aqui).

Por isso, não deixe de aproveitar a sua próxima promoção sazonal para vender mais (e melhor!). Aproveite cada uma das nossas dicas para fazer seu negócio se destacar!

Que tal aproveitar sua visita aqui no blog para conhecer algumas estratégias com cupons promocionais para vender mais? Leia o nosso post sobre o assunto e confira as dicas que preparamos!